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ÁLBUM DE FAMÍLIA

RAYMUNDO NONATO DA CRUZ

 


Raymundo Nonato da Cruz.

Fernando Antonio Lima Cruz

O patriarca Raymundo Nonato da Cruz, meu bisavô paterno, casou-se com a Sr.ª Maria Lins de Carvalho (que passou a adotar o nome de Maria Lins Cruz), em Fortaleza, no ano de 1912. Desse enlace matrimonial nasceram oito filhos, a saber: Raymundo de Nazareth Fernandes Cruz (1913-1982), Eromita Fernandes Cruz (1914), Raugit Fernandes Cruz (1916-1942, meu avô paterno), Milton Fernandes Cruz (1918-?), Dejard Fernandes Cruz (1920-?), Ophelia Fernandes Cruz (1921-?), Francisco Fernandes Cruz (1923-?) e Orlando Fernandes Cruz (1924-?).

Enviuvando, Raymundo Nonato da Cruz casou-se a 14 de outubro de 1924 com a Sr.ª Margarida Freire da Silva, filha de José Freire da Silva e Damásia Freire da Silva, com quem teve onze filhos, a saber: Oneide Cruz da Silva Pereira (1925), Odéle Fernandes Cruz Ferreira (1926), Olavo Freire Cruz (1927-?), Oswaldina (nasceu em 20/11/1928 e faleceu aos 7 meses), Oswaldina Cruz Moraes (1930-2014), Emmanuel Fernandes Cruz (1932-1992), Osvaldo (nasceu em 01/04/1933 e faleceu com 40 dias), Maria do Carmo Fernandes Cruz (1934-?), Raymundo Fernandes Cruz (1939), Margarida Maria Fernandes Cruz (1941) e Maria Lúcia Fernandes Cruz (1944).

Além dos onze filhos tidos com Raymundo Nonato da Cruz, a Sr.ª Margarida Freire da Silva sofreu três abortos: um menino de 4 meses em agosto de 1935 e duas meninas nos anos de 1948 e 1950.


Ata da instalação da Câmara Municipal de Castanhal, ocorrida em 10 de fevereiro de 1936, da qual o patriarca Raymundo Nonato da Cruz foi um dos vereadores.

Segundo fontes orais Raymundo Nonato da Cruz tinha influência política em Castanhal (onde foi vereador da primeira Câmara Municipal, no período de 1936-1942) e foi proprietário de uma usina (onde fabricava açúcar e álcool).


Ata da instalação da Câmara Municipal de Castanhal, ocorrida em 10 de fevereiro de 1936, da qual o patriarca Raymundo Nonato da Cruz foi um dos vereadores.

Era aliado do governador do Estado do Pará José Carneiro da Gama Malcher (1935-1943). Por questões políticas o governador Joaquim de Magalhães Cardoso Barata (1930-1935, 1943-1945 e 1956-1959) fechou a sua usina. Por este motivo ele comprou uma fazenda em Marapanim, a qual deu o nome de Encantado, onde passou a residir e ali faleceu. Nunca mais colocou os pés em Castanhal, passando de passagem quando ia de trem para Belém.




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