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ACERVO ICONOGRÁFICO I

 


Tenente-coronel Pedro Martins Chaves. Nasceu em 15 de agosto de 1852 e faleceu em 18 de novembro de 1894, aos 42 anos de idade, em Mombaça-CE, onde foi sepultado no cemitério Santa Rita. Era filho de Anacleto Ferreira Cavalcante e Feliciana Gomes de Almeida. Foi presidente da Câmara Municipal de Mombaça no período de 1888 a 1889, exercendo a chefia do poder executivo. Foi casado com Joana de Araújo Chaves com quem teve 9 filhos: Maria Adelina Chaves Magalhães (casada com Filemon Ferreira de Magalhães); Josefa Leonina Chaves Benevides (casada com Joaquim Silvino de Sá Benevides; Francisca Chaves Benevides (casada com Silvino Lopes de Sá Benevides); Diolina Chaves Araújo (falecida inupta); Antônio Leontino Araújo Chaves (falecido solteiro); Pedro Laurentino de Araújo Chaves (casado com Beatriz Amorim Chaves); Anacleto Odolino de Araújo Chaves (casado com Amedéa Quevedo Chaves), Elvina Chaves Benevides (casada com Otaviano Jaime Alencar Benevides) e José Laurindo de Araújo Chaves (casado com Maria Etelvina Aderaldo Chaves).

Segundo o jornal “A República”, de 26 de novembro de 1894, o tenente-coronel Pedro Martins Chaves foi vitimado por um infausto incidente: na tarde do domingo, dia 18 de novembro, ao receber em seu armazém uma carga de aguardente que fora adquirida do Sr. Manoel Theophilo, do município de Quixadá, no momento de examinar os tonéis vazios, inadvertidamente aproximou uma vela de um tonel que ainda continha aguardente, provocando uma explosão que ateou fogo às suas roupas, envolvendo-o em chamas e causando-lhe queimaduras por todo o corpo, o que provocou a sua morte após quatro horas do fatídico incidente.

O tenente-coronel Pedro Martins Chaves, já no regime republicano, exercia a presidência da Câmara Municipal de Benjamin Constant, atual Mombaça, além de ocupar os cargos de suplente do Juiz Substituto e de vice-presidente local do Club Republicano Federal. A sua trágica morte causou uma comoção geral na comunidade, tendo os comerciantes em sinal de luto, independente da cor partidária, fechado o comércio e instituído luto por oito dias.

O espaço público destinado ao comércio localizado à rua Antônio Jaime Benevides, no Centro da sede do município de Mombaça, nas proximidades da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Glória, foi denominado de Mercado Público Pedro Martins Chaves, por meio da Lei Municipal nº 15, de 4 de novembro de 1967, sancionada pelo então prefeito municipal de Mombaça José Marques de Sousa.

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