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ACERVO ICONOGRÁFICO I

 


Anverso da carta da Sra. Maria Stella de Hollanda Carneiro, viúva do Dr. José de Araújo Domingues Carneiro, enviada ao coronel Solon da Costa e Silva (1852-1930), pai de José Almir da Costa e Silva (1906-1986), condutor do veículo que atropelou e matou o Dr. José Carneiro. O coronel Solon da Costa e Silva foi proprietário da Companhia Ferro-Carril do Ceará que explorava o serviço de bondes de tração animal (existe hoje em Fortaleza a rua Coronel Solon, em sua homenagem). O automóvel que vitimou o Dr. José Carneiro foi doado ao padre Geminiano Bezerra de Menezes (1890-1967), conhecido como padre Nini, para ser vendido em benefício das obras pias empreendidas pelo mencionado vigário da igreja do Patrocínio.

 


Verso da carta da Sra. Maria Stella de Hollanda Carneiro, viúva do Dr. José de Araújo Domingues Carneiro, enviada ao coronel Solon da Costa e Silva (1852-1930), pai de José Almir da Costa e Silva (1906-1986), condutor do veículo que atropelou e matou o Dr. José Carneiro. O coronel Solon da Costa e Silva foi proprietário da Companhia Ferro-Carril do Ceará que explorava o serviço de bondes de tração animal (existe hoje em Fortaleza a rua Coronel Solon, em sua homenagem). O automóvel que vitimou o Dr. José Carneiro foi doado ao padre Geminiano Bezerra de Menezes (1890-1967), conhecido como padre Nini, para ser vendido em benefício das obras pias empreendidas pelo mencionado vigário da igreja do Patrocínio.

Fortaleza 16 de Outubro de 1925

Ill.mo Snr. Solon da Costa e Silva

Tenho por fim declarar a V. Sª. para os devidos fins, que de minha livre e expontanea vontade perdoo a seu filho José Almir da Costa e Silva o homicidio involuntario praticado na pessoa de meu saudoso marido Dr. José Domingues Carneiro na manhã do dia 7 do corrente em virtude de um accidente de automovel dirigido nesta occasião pelo referido seu filho.

Pode V. Sª. fazer desta carta o uso que lhe convier.

Maria Stella de Hollanda Carneiro

(Fonte: Arquivo Público do Estado do Ceará - APEC)

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