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Padre Sarmento de Benevides: poder e política nos sertões de Mombaça (1853-1867)
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Padre Sarmento de Benevides: poder e política nos sertões de Mombaça (1853-1867)
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ACERVO ICONOGRÁFICO I

 


Francisca Procópio de Freitas (que ao casar-se adotou o nome de Francisca de Freitas Marinho) e o major Manoel Joaquim Marinho. Casaram-se no dia 19 de abril de 1890 e tiveram quatro filhos: o general de brigada Rosemiro de Freitas Marinho (nasceu em Mombaça-CE, em 05/03/1891 e faleceu em Belo Horizonte-MG, em 04/08/1979, aos 88 anos de idade), o almirante de esquadra e engenheiro naval Cícero de Freitas Marinho (nasceu em Mombaça-CE, em 09/04/1892 e faleceu no Rio de Janeiro-RJ, em 11/02/1980, aos 87 anos de idade), Acrísio de Freitas Marinho (nasceu em 10/06/1893 e faleceu em 15/07/1904, aos 11 anos de idade) e o coronel Edgard de Freitas Marinho (nasceu em São João del Rei-MG, 19/04/1900 e faleceu no Rio de Janeiro-RJ, em 13/12/1970, aos 70 anos de idade). O major Manoel Joaquim Marinho combateu a Revolução Federalista na região Sul (de 18/03/1893 a 31/10/1895), participou da expedição a Canudos (de 04/08 a 05/10/1897) e combateu na Guerra do Contestado (de 18/09/1914 a 03/02/1915 e de 19/04 a 04/05/1915). Francisca de Freitas Marinho era filha de Manoel Procópio de Freitas (que foi o 1º presidente da Câmara Municipal de Maria Pereira, atual Mombaça) e de Delfina Francisca Guimarães. Os mesmos eram os bisavós paternos do Sr. Francisco Sidrião de Alencar Freitas, o Chico Alencar. Manoel Procópio de Freitas é citado no capítulo “Lutas entre Maciéis e Araújos”, do livro “Os Sertões”, de Euclides da Cunha. “Uma noite, estando à porta de Manuel Procópio de Freitas, viu entrar um indivíduo, que procurava comprar aguardente. Dando-o como espião, falou em matá-lo ali mesmo, mas sendo detido pelo dono da casa, tratou de acompanhar o suspeito, e o matou, à faca, ao sair da vila, no riacho da Palha.” (CUNHA, Euclides da. Os Sertões. São Paulo: Martin Claret, 2004. p. 190).

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