ACERVO
ICONOGRÁFICO IV

Mombaça na primeira década do século 21. A cripta da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Glória, em Mombaça, guarda os restos mortais dos padres José Pereira de Oliveira (1913-1998), Francisco Lino Aderaldo de Aquino (1882-1941) e Pedro Leão Paes de Andrade (1873-1943), sacerdotes que marcaram a história religiosa da antiga vila de Maria Pereira. Apesar de a licença para a construção da capela ter sido concedida em 1782 pelo bispo de Olinda, Dom Tomaz da Encarnação da Costa e Lima, sendo a capela construída e curada em 1786, a freguesia somente foi criada em 6 de setembro de 1832, com a denominação de Nossa Senhora da Glória de Maria Pereira, desmembrando-se da antiga freguesia de Quixeramobim e abrangendo, à época, os territórios que hoje correspondem aos municípios de Mombaça, Pedra Branca, Senador Pompeu e Piquet Carneiro.
Entre os sacerdotes sepultados na cripta, o padre José Pereira de Oliveira exerceu o paroquiato de Nossa Senhora da Glória de janeiro de 1943 a agosto de 1970, durante 27 anos e 7 meses, com breve interregno em 1963, quando foi substituído pelo padre José Aluísio Moreira. Já o padre Francisco Lino Aderaldo de Aquino, impossibilitado de paroquiar em sua terra natal, foi nomeado em 22 de abril de 1922 pároco de Senador Pompeu, assumindo a paróquia em 30 de abril daquele ano e nela permanecendo até sua morte, em 1941, após ter exercido brevemente o ministério paroquial em Cascavel e Pacoti. Por sua vez, o padre Pedro Leão Paes de Andrade realizou o mais longo paroquiato da história da paróquia de Nossa Senhora da Glória, exercendo o ministério entre 31 de janeiro de 1898 e 17 de agosto de 1938, por 40 anos e 7 meses.
Fotografia:
Acervo de Vauires Avelino da Silva.
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