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Clique para ouvir o depoimento de Fernando Cruz à rádio Assembléia FM 96,7 sobre a história político-administrativa de Mombaça, em 16/03/2009.
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EDITORIAL 2008.2

 

Há quase três anos tomamos como missão, um verdadeiro sacerdócio, preservar a memória e resgatar a História de Mombaça. Ser um “lembrete”, que conforme o historiador inglês Peter Burke, é uma das principais funções do historiador, ou seja, lembrar às pessoas o que elas gostariam de ter esquecido.

Segundo Rui Barbosa (1849-1923) “Um país sem memória não é apenas um país sem passado. É um país sem futuro.” Esta sentença pode ser trazida para um ambiente micro, quando nos deparamos com o descaso para com a preservação da memória dos nossos municípios. Os próprios munícipes são desconhecedores, em sua maioria, da sua própria história.

Através de criteriosa pesquisa que contou com o patrocínio da Prefeitura Municipal de Mombaça localizamos no Arquivo Público do Estado do Ceará (APEC) a ata de instalação da vila de Maria Pereira, atual Mombaça, ocorrida no dia 15 de janeiro de 1853. O referido documento que consideramos ser a “certidão de nascimento” de Mombaça, pois a emancipou político-administrativamente da vila de Quixeramobim, nos traz duas verdades que contrariam a historiografia mombacense até então conhecida: a data da instalação do município e o 1º presidente da Câmara Municipal. Ao invés de José Joaquim de Sá e Benevides que dá nome ao plenário daquela casa legislativa, o seu 1º presidente foi Manoel Procópio de Freitas.

Em três oportunidades comunicamos através de correspondências enviadas à mesa diretora e aos demais vereadores da Câmara Municipal de Mombaça, datadas respectivamente de
19/06/2006, 22/11/2006 e 11/02/2008, tais fatos, sem que, até o presente momento, obtivéssemos uma resposta oficial.

Esperamos que, encerradas as eleições municipais, a Câmara Municipal de Mombaça usando de suas atribuições legislativas restabeleça a verdade quanto a estes dois fatos marcantes da história mombacense.

“A história é êmula do tempo, repositório dos fatos, testemunha do passado, exemplo do presente, advertência do futuro.” (Miguel de Cervantes).

Saudações,

Fernando Cruz


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